30 de novembro de 2010
Para ser um bom árbitro, não basta ser conhecedor do espírito das Leis do Jogo.
É necessário que o profissional seja também uma pessoa educada e humilde, sem arrogância nem timidez, e que obedeça aos padrões da boa educação e do civismo.
CÓDIGO DE NORMAS DE COMPORTAMENTO
1º - Demonstrar respeito através de palavras e actos, para com os colegas Árbitros, Técnicos, Jogadores, Dirigentes, Médicos, Massagistas e Adeptos.
2º - Recusar a intimidação e a simulação de faltas ou lesões.
3º - Defender a arbitragem e o futebol contra o racismo, a violência, a corrupção e os abusos.
4º- Respeitar as Regras, as Leis do Jogo, os Regulament os, as Instruções de Fair-Play, etc.
5º- Aceitar as classificações com dignidade.
6º - Procurar sempre os melhores desempenhos e comportamentos.
7º- Partilhar os conhecimentos de modo a desenvolver a arbitragem.
8º- Aceitar a responsabilidade dos actos.
9º- Ter consciência das consequências de uma linguagem emocional e de um comportamento negativo.
10º- Encorajar uma arbitragem técnica, correcta, sem incidentes e honesta.

