30 de setembro de 2010
A tendência na arbitragem, nos dias de hoje, é sem duvida a busca pela valorização do fator humano. A esta valorização esta focada na capacidade do árbitro (regra 05) a lidar e enfrentar as adversidades dentro e fora do campo de jogo.
O árbitro de futebol é um ser humano comum. E sendo um ser humano a sua natureza é muito complexa. Ao entrarmos nesta complexidade, constatamos a diferença entre árbitro top de linha e um árbitro comum, um árbitro cheio de felicidade e um totalmente infeliz.
Ao observamos este contexto, podemos dizer que os árbitros comuns têm algo em comum entre eles, ou seja, uma falta de motivação, e isso geral uma queda na qualidade de suas arbitragens. Perguntamos afinal o que motiva o árbitro de futebol?
Essa motivação é um processo único, de cada indivíduo. Concepção da evolução humana. O impulso de sonhar e desejar algo maior, uma posição de destaque perante os demais árbitros, status junto à imprensa e ser o referencial para mais novos.
O árbitro de futebol é um ser humano comum. E sendo um ser humano a sua natureza é muito complexa. Ao entrarmos nesta complexidade, constatamos a diferença entre árbitro top de linha e um árbitro comum, um árbitro cheio de felicidade e um totalmente infeliz.
Ao observamos este contexto, podemos dizer que os árbitros comuns têm algo em comum entre eles, ou seja, uma falta de motivação, e isso geral uma queda na qualidade de suas arbitragens. Perguntamos afinal o que motiva o árbitro de futebol?
Essa motivação é um processo único, de cada indivíduo. Concepção da evolução humana. O impulso de sonhar e desejar algo maior, uma posição de destaque perante os demais árbitros, status junto à imprensa e ser o referencial para mais novos.

