10 de abril de 2010
| Árbitro assistente, Divaldo P. Leimkuhi |
Isso não é bom para o futebol nem para a própria equipe de arbitragem.
O árbitro assistente deve ser e atuar como um braço do árbitro, sendo-lhe atribuídas funções de vital importancia para harmonia da equipe de arbitragem, devendo obrigatoriamente na sua atuação em campo haver impecável sintonia, porque o bom andamento do jogo depende desta amizade intocável e verdadeira.
Nomeadamente a nível distrital esta questão deverá ser levada na integra, uma vez que um bom relacionamento no seio da equipe de arbitragem evita problemas desnecessários no decorrer do jogo, assim como torna-se necessário a equipe de arbitragem no seu todo ter um mínimo conhecimento das leis do jogo, uma vez que é incompatível um árbitro mais maduro ter na condução de um jogo dois auxiliares que desconhecem profundamente as leis do jogo a nível teórico e prático.
Árbitros mais jovens devem ser apoiados incondicionalmente, mas em jogos de grau de exigencia mais baixos e irem subindo gradualmente até ao topo e não serem imediatamente lançados em jogos de exigencia máxima.
Na sua formação terão que ser cada vez mais incutidos valores como: Pontualidade, rigor, humildade, respeito pelos colegas, equipes, público e força policial, não fazendo da arbitragem um motivo para apenas sairem de casa e ganharem dinheiro.
Vivam a arbitragem como uma nobre causa a defender.
