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7 de setembro de 2011


 Cancelados os jogos da 7ª rodada do Palhocense que seriam realizados amanhã 7 de setembro
Em virtude das chuvas em Palhoça sem previsão de melhora para o feriado, a direção da Liga Palhocense de Futebol resolve cancelar os jogos que seriam realizados no dia 7 de setembro, remarcando-os conforme abaixo:

Sabado - 10/09/2011

Paraiso  x  Bela Vista
Nova Geração  x  Gl Pontes


Domingo - 11/09/2011

7 de Setembro  x  Ceramica Silveira
Mib  x  Paissandu

A Direção
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4 de setembro de 2011

Campeonato das escolinhas


O campeonato intermunicipal de escolinhas começa no próximo dia 10. O evento que nesta temporada é organizado pela Liga Palhocense, teve as inscrições prorrogadas até segunda-feira, dia 5.

A competição conta com seis equipes, das cidades de Palhoça, Biguaçu, Antônio Carlos e Florianópolis. O congresso técnico realizado nesta semana contou com as presenças do presidente da LPHF, Laurino José de Souza, do diretor técnico Alexandre Souza e dos representates das escolinhas.

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26 de agosto de 2011

CRIANÇA E O ÁRBITRO DE FUTEBOL


O futebol é o principal esporte praticado em todo mundo. A criança quando nasce, sendo  menino, certamente receberá uma bola (regra 02) de presente. Esta o acompanhará para sempre, em casa, na escola, no campinho de terra batida, no clube, em qualquer outro lugar onde possa chutá-la.

A criança praticará o futebol sem nenhuma obrigatoriedade. Neste primeiro estágio ela não dará qualquer atenção ou valor à necessidade das regras, o que importa é chutar a bola.
Um segundo estágio se inicia quando a criança começa a praticar o futebol no sentido de equipe. Observando que não estão mais sós dentro de um espaço. Este ponto é claramente visto quando a criança demonstra sua competência para criar suas próprias regras, se adaptando ao momento que obriga esta mudança, por exemplo: um menor número de jogadores (regra 03) ou até mesmo colocando como traves ou meta (regra 01 – campo de jogo) duas latinhas de refrigerante.
Logo podemos visualizar a chegada do terceiro estágio na vida futebolística da criança, onde sua consciência do caráter arbitrário passa para a necessidade de uma cooperação mútua entre os competidores, resultando na obrigatoriedade de respeitar as regras do jogo.
Como jogador, a criança passa ver um novo personagem: o árbitro de futebol (regra 05). Para ela este personagem representa a lei, sem ele não há jogo, nele será depositado toda a confiança e respeito. O árbitro será visto como indispensável infalível e incorruptível. Neste estágio a função do árbitro será de um educador, transmitindo as crianças todo seu conhecimento e desenvolvimento da noção das regras do jogo de futebol.

Também neste estágio o árbitro terá sua melhor escola de aprendizagem para ser um árbitro respeitado. Ele passará por uma verdadeira prova de fogo, ou seja, passará pelo crivo dos pais. Emoção e o coração estarão sempre à frente de qualquer crítica feita por um pai a um árbitro.
O árbitro ainda terá como principal função passar a criança o respeito ao fair play (jogo limpo). Impedir a violência. Exigir que nenhum adversário fosse humilhado ou abusado por razões raciais, étnicas ou religiosas. Que o futebol faz amigos.
As crianças mais velhas, em seu último estágio, já admitem que o árbitro possa equivocar-se e que suas decisões podem ser discutidas. Passando não ser o senhor único da verdade. Porém sabem que sua decisão no momento da partida deve ser amplamente respeitada e aceita.
Infelizmente para o futebol, a criança vê nos pais a principal figura relacionada com a verdade, e sendo assim, quando ela observa seu pai criticar abertamente o árbitro, ela se sente no mesmo direito. É onde nasce o vício que o árbitro será sempre o causador da sua derrota.

Poa Adalp!
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20 de agosto de 2011

Árbitro de futebol tem maiores chances de sofrer ataque cardíaco do que Jogador!


Rodrigo Pereira

Jogador (regra 03) de clube profissional de ponta tem nutricionista, fisiologista, fisioterapeuta, preparador físico, podólogo, médico, psicólogo, hospital especializados à disposição, além da torcida ao seu favor e salário que pode ultrapassar uma centena de milhares de reais.
Árbitro (regra 05) em jogo envolvendo os principais clubes não tem nada disso, conta só com apoio da sua maior entidade, sua família, sofre com desconfiança dos torcedores e dos dirigentes.

O árbitro de futebol é tão exigido no solo sagrado (campo de jogo – regra 01) quanto os jogadores que atuam nas laterais e de meio campo, os que mais correm durante os 90 minutos. A diferença é a vida “útil” de cada um. É exatamente isso que deveria deixar os homens do apito em alerta.
“As doenças coronárias costumam atingir pessoas acima dos 35 anos. Não podemos esquecer que os árbitros se aposentam mais tarde que os atletas”, lembrou o cardiologista Marcelo Ferreira, do Núcleo de Saúde no Esporte da Faculdade de Medicina do ABC, aprovado pelo trabalho “Risco de doença cardiovascular em árbitros de futebol de campo”.
Se pegarmos as estatísticas, porém, o relato de jogadores que morrem por causas cardíacas é superior. “É uma questão de quantidade. Quantos clubes estão inscritos nos campeonatos e qual o número de árbitros?”, questionou.
Segundo o médico, um árbitro corre de nove a treze km por partida, sendo que 60% da distância dependem do fôlego. Aí entra outro risco que é o mesmo de um jogador. Se estudos comprovam que o esporte dá mais tempo de vida para o ser humano, fazer uma atividade física é mais perigoso do que ser sedentário.
“Uma pessoa que pratica esporte tem 2,8 vezes mais chances de ter morte súbita (que acontece durante ou imediatamente depois da prática)”, alerta Dr. Marcelo Ferreira.
E como evitar isso? “A melhor prevenção é a avaliação pré-participativa, onde o paciente deve responder um questionário e fazer os exames de rotina”, explica o doutor, que recentemente atendeu o árbitro Sálvio Spínola Fagundes Filho (FIFA/SP) e a árbitra assistente (regra 06) Maria Eliza Correa Barbosa (FIFA/SP). O estudo de Dr. Marcelo Ferreira virou referência na área e parou nas mãos da FIFA e da CBF, já que foi considerado inovador.

Por Adalp.
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18 de agosto de 2011

Resposta da Enquete da semana ( 009 )

Um jogador, após perder um gol feito, levanta a camisa cobrindo o rosto. O que voçê faria ?

A) Advertiria verbalmente o jogador.  27.27% ( 6 votos )

B) Mostraria cartão amarelo.  27.27% (6 votos)

C) Deixaria correr o jogo.  31.82% ( 7 votos )

D) Nenhuma das anteriores. 13.64% ( 3 votos )

Resposta Correta: Letra C, 
Deixaria correr o jogo.
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16 de agosto de 2011

A personalidade de um árbitro de futebol.


Todos os árbitros (regra 05) de futebol têm de aprender a lidar com várias mudanças ao longo de sua carreira.
Um bom árbitro de futebol tem que aprender, acima de tudo, a impor sua personalidade dentro do solo sagrado (campo de jogo – regra 01), independente das circunstâncias em que a partida vai ser jogada.
Também deve saber, na ponta da língua, cada ponto e vírgula, cada palavra e cada parágrafo que compõem as 17 regras e as diretrizes da Carta Magna do Futebol (livro de regras) e ter um ótimo preparo físico. Porém, nada disso será de valia se não consegue aplicá-las com destreza dentro do solo sagrado.
A personalidade é muito importante dentro do universo da arbitragem de futebol. O árbitro tem que ser ele mesmo, manter sempre a calma e o equilíbrio, pois os jogadores (regra 03), treinadores, dirigentes e torcedores sempre saberão distinguir quando um árbitro está se passando por alguém que não é. E isso causará terríveis danos ao seu desempenho durante a partida.
Na mente de muitos árbitros passa a sensação que já se estabeleceram como árbitro de ponta, porém devem sempre lembrar que isso é apenas uma sensação. Na verdade, isso é o início de um longo e difícil caminho até o topo da carreira. E nesta caminhada, nunca imagine que é tão bom como a Pierluigi Collina (árbitro italiano considerado por muitos como um dos melhores de todos os tempos), e sim aprenda com o seu talento e com sua dinâmica de atuar.
O que faz Collina ser um árbitro de ponta é a sua maneira pessoal de lidar com a lei do jogo, pois é um líder natural e tem uma visão extremamente positiva da vida, isso reflete quando comete erros ocasionais, pela sua natureza humana é concebido, em certos casos estes erros são respeitados, pois é um líder nato e não um ditador querendo ser o dono da verdade.
O árbitro tem de ter ambição em sua carreira e perceber que para chegar ao cume deve trabalhar e reciclar sempre os seus conhecimentos, dividir com os companheiros informações e experiências vividas dentro e fora do solo sagrado, isso é uma maneira de ganhar a confiança e respeito dos demais companheiros.
Para finalizar este artigo, deixo uma frase do grande árbitro francês, Michel Vautrot, que arbitrou simplesmente duas finais de Copa do Mundo: "Deixem a vossa personalidade falar por vós ou jamais terão sucesso".

Por Adalp.
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11 de agosto de 2011

Confirmado campeonato de Antônio Carlos


Betinho, secretário de Esportes de Antônio Carlos, confirmou a realização do campeonato municipal que estava ameaçado. Oito clubes compareceram ao conselho técnico, mas duas equipes ainda não confirmaram presença.

Rio Farias e Grêmio Louro são os times que não estão assegurados no torneio.
Equipes .comfirmadas
Rachadel, Santa Maria, Cruzeiro, Internacional, Antônio Carlos e Antônio Carlense estão confirmados.
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6 de agosto de 2011

Os heróis da várzea!


Como podemos definir o árbitro (regra 05) que apita futebol não profissional, o chamado futebol de várzea. Que adjetivo é mais apropriado. Herói! Ou simplesmente louco!
Eles geralmente deixam o aconchego de seus lares, nos domingos, antes dos primeiros raios de sol, mal tomam o café da manhã e já corre para não perder a primeira condução, e tudo isso para chegar sempre no horário, antes das equipes, nos campos de futebol espalhados este Brasil a fora.
São pessoas simples, porém dedicadas. Depois de vestirem a surrada roupa de árbitro e calçarem o velho par de chuteiras, digo de passagem, muito bem engraxadas, lá vão eles pra enfrentarem as mais diversas situações que uma partida de futebol pode proporcionar.
Uma boa parte destes “homens de preto” se quer concluíram o ensino básico ou até mesmo nem possui um diploma de curso de arbitragem de futebol. Apitam de coração. Com a coragem. Com a educação recebida dos pais, educação esta que resume à honestidade e ao respeito ao próximo. Do princípio de nunca prejudicar ou cometer injustiça.
São eles, sempre presentes nos campos de grama ou sem, de terra batida ou esburacada, com ou sem alambrados, com pequenos balaústres ou uma simples corda para separar a torcida enlouquecida querendo sempre o seu “couro”.
Campos de futebol localizados nas periferias das grandes cidades, em lugares em que até mesmo a polícia pensaria duas ou mais vezes antes de visita-los.
São estes árbitros que farão nas mentes dos futebolistas de fins de semana a alegria ou a tristeza. Pois a vitória veio apesar deles. E a derrota veio por causa deles.
Pessoas humildes, seres humanos, porém são árbitros de futebol. Verdadeiros heróis da várzea.

Por Adalp!
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31 de julho de 2011

Comportamento frente ao árbitro


Na sociedade futebolística são comuns os jogadores (regra 03) não respeitarem a autoridade do árbitro (regra 05) e dos árbitros assistentes (regra 06). Esta falta de respeito é claramente observada nos gestos “agressivos” e algumas frases que podem ser lidas através da leitura labial, de modo tão ofensivo, que não precisa ser perito para fazer esta leitura. O principal fator para esta conduta antidesportiva é a falta de conhecimento da Carta Magna do futebol, onde estão escritas as 17 regras do esporte bretão.
O jogador denominado capitão é a maior prova desta conduta nada esportiva em relação à arbitragem. Por sustentar este “título” crê no do direito de questionar as decisões do árbitro. Porém a regra determina que sua participação se restrinja ao sorteio (regra 08) da escolha do campo irá defender e ser o responsável pela conduta da sua equipe.

Os jogadores não sabem ou se esquecem de que as decisões do árbitro sobre fatos em relação ao jogo são definitivas (regra 05). Uma decisão do árbitro somente poderá ser modificada se ele deu conta de um equivoco ou informado do mesmo por um dos seus assistentes ou pelo quarto árbitro. Esta decisão só poderá ser modificada se a partida não tenha sido reiniciada (regra 08).

Todo o jogador, inclusive o capitão, que tomarem qualquer tipo atitude, quer com gestos ou palavra, desaprovando uma decisão da equipe de arbitragem, será advertido por conduta antidesportiva (regra 12). Agora se qualquer jogador relacionado na partida agredir o árbitro (equipe de arbitragem) ou que seja culpado de empregar linguagem ou gestos ofensivos, grosseiros e obscenos será expulso (regra12).
Infelizmente para o universo da arbitragem o comportamento dos jogadores envolve essencialmente instintos e hábitos aprendidos ao longo de sua carreira futebolística; alguns sendo genéticos e outros de natureza social e cultural.

Por Adalp!
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30 de julho de 2011

Mão na bola ou bola na mão?


Na sociedade futebolística, os termos “mão na bola ou bola na mão”, tem o mesmo significado. Esta incapacidade de identificar corretamente a diferença entre duas situações provoca inúmeros protestos contra os árbitros (regra 05) quando esta infração (regra 12)  é punida ou deixa de ser punida.

Podemos iniciar o assunto, dando um exemplo de um jogador que se encontra numa “barreira” e um tiro livre direto (regra 13) é lançado e a bola bate em sua mão ou braço, que neste instante estava protegendo o seu rosto. Esta situação não deve ser interpretada como mão intencional e nenhuma infração deve ser marcada. Porém se ao invés de usar sua mão ou braço para proteger o seu rosto, este jogador (regra 03) eleva sua mão acima de sua cabeça, ampliando o seu corpo com a clara intenção de interromper a trajetória da bola, esta mão intencional deve ser punida com tiro livre direto ou penal (regra 14) se jogador estiver dentro da sua área penal (grande área).

Outra situação onde o jogador age sem prudência, buscando um dano, sem cautela, é quando sai para interceptar um cruzamento com ambos os braços totalmente estendido horizontalmente, ampliando o seu corpo e a possibilidade da bola bater em sua mão ou braço. Esta situação deve ser punida com tiro livre direto ou penal se o jogador estiver dentro da sua área penal.
Toda vez que a bola bater na mão ou braço, estando este rente ao corpo do jogador ou este se encontrar de costa para o lance ou ainda num bate e rebate a bola choca-se na mão ou no braço, o árbitro não deve interpretar como mão intencional, mesmo que esta ação provoque um desvio na trajetória da bola.
Recorda-se que a mão intencional é punida com tiro livre direto ou penal, se a infração for cometida dentro da área penal. Normalmente, não será aplicada uma advertência ou uma expulsão.
No entanto, será expulso o jogador que impeça com mão intencional um gol (regra 10) ou frustre uma oportunidade manifesta de gol. Essa punição não se deve à mão intencional, mas devido a intervenção inaceitável e antiesportiva que impede marcar um gol.

Por Adalp.
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Arbitrar

"Arbitrar bem é sentir o jogo para possibilitar seu desenvolvimento natural, somente interferindo para o cumprimento das regras e, especialmente, de seu espírito."

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